quinta-feira, 30 de abril de 2009

Semana sui géneris

Esta semana demorou um bocado mais a passar do que eu desejava...
Foi uma semana de últimas chances, uma minha e outra não...
A minha correu muito melhor do que eu estava à espera... O jogo com o Técnico não foi preparado com o melhor dos cuidados, e estava a ser encarado com bastante expectativa por toda a Equipa... Quando finalmente a hora chegou, soubémos dar o melhor de nós e conseguimos amealhar uma preciosa vitória, que nos coloca mais próximos do Grande Objectivo: a Taça ADESL... O próximo jogo é complicado (Academia Militar), bem o sei, mas creio que se jogarmos com a garra deste último jogo podemos vencer...
A que não foi minha, envolveu-me muito... era o Teste Final de História de 11º da Rita e ajudei-a a fazer os resumos e a prepará-la o melhor que soube... Quando chegou a altura, também sentia um nervoso miudinho para saber como é que o Teste tinha corrido... E fiquei bastante contente quando ela me disse que tinha corrido bem... Foi um alívio bastante grande...
Esta semana também foi encarada com bastante expectactiva devido ao acampamento que vai começar amanhã... Há 2!!! semanas que tenho tudo arranjado, mas cada vez que penso lembro-me de mias qualquer coisinha para levar... Amanhã é o grande dia e espero não me ter esquecido de nada em nenhuma das casas (3 xD)...
Bom fim-de-semana

domingo, 12 de abril de 2009

Lisboa

Saio porta fora
E vou por ai pelos caminhos,
A noite devora, cruzam-se homens sozinhos;
Noites cerradas,
Guerras triviais,
Portas fechadas, palavras infernais.
(Refrão)E ao ver-te Lisboa, Lisboa,
Perder, o Bairro da Madragoa
Ruas e Vielas,
Musgo nos telhados
Oheh, oh, oh
Velhos à janela,
Lembram tempos passados
Rádios acesos,
Um homem sem vez
Oheh oh, oh
Afoga as tristezas, num copo de três
(Refrão)E ao ver-te Lisboa, Lisboa
Perder o Bairro da Madragoa
Mulheres de rua,
Histórias de atrofiar
Noites de lua,
Segredos por desvendar,
Sentir.te no escuro,
Olhar-te nua e crua,
Rodeado de um muro de gente que não recua.
(Refrão)E ao ver-te Lisboa, Lisboa
Perder o Bairro da Madragoa
Nunca me foi uma cidade desconhecida. Parte da minha família é de perto e várias e várias férias da minha infância foram passadas aí perto. Na altura não gostava, pois acgava um sítio chato, onde não tinha amigos, nem tão pouco os meus brinquedos e as minhas coisas.
Os tempos passaram e,quando me surgiu a hipótese de ir viver para lá, decidi sem hesitar. o mais difícil foi escolher qual a Universidade para onde ia. Acho que fiz a melhor escolha.
Não foi difícil habituar-me à cidade e às suas situações diárias. Os transportes, fora os autocarros, já os conhecias minimamente e só tive que relembrar alguns princípios básicos do metro. Cor da linha... Sentido... Até que, actualmente, já conheço as estações perfeitamente.
Em relação à Universidade, também já conheço os corredores, os funcionários, os professores e os colegas quse tão bem como os da seundária.
Outra coisa boa em Lisboa é a presença de grandes amigos, que me ajudam a esquecere a distância da minha casa.
Aquilo que me faz sofrer mais em relação à distância da minha terra não é ir ao Algarve e depois deixar lá os meus pais, Custa-me mais quando são eles a vir cá acima e no Domingo à tarde irem-se embora. Aí sim, sinto-me sózinho.
Lisboa já se tornou um vício para mim. Estou tão viciado nela que depois de estar três dias de férias no Algarve, já sentia saudades dela, da metrópole, de correr para não perder o transporte, de estar rodeado de ruídos, da Faculdade e das suas pessoas, do Andebol, das combinações em cima da hora, doas almoços... Nunca pensei habituar-me tão depressa a tudo isto e a´té pensava não habituar-me a certas coisas...
Amanhã será o recomeço da nova vida, que agora já não é assim tão nova, podendo-se dizer que aquilo que deixei lá em baixo é que é a minha velha vida!!!!